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Os filhos
de fumantes adoecem duas vezes mais do que os filhos de não-fumantes
e têm chances de começar a fumar, seguindo o exemplo dos pais.
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A fumante
grávida tem bebês com baixo peso, menor tamanho e maior chance
de apresentar efeitos congênitos.
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A fumaça
do cigarro é o poluidor do ar mais constante e prejudicial à
saúde que se conhece, pois as pessoas passam 80% de seu tempo em
ambientes fechados.
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Qualquer
pessoa que permaneça nesses ambientes poluídos pode ter irritação
nos olhos, garganta e nariz, dor de cabeça e tosse, além
de maior chance de ter câncer.
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O tabagismo
passivo em crianças causa irritação nos olhos e das
vias aéreas superiores, prejudica a função pulmonar,
aumenta tanto a freqüência como a severidade das crises de asma,
resfriados, faringites, sinusites, rinites e otites.
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A exposição
passiva à fumaça do tabaco é um risco real e imediato
que precisa ser mais bem divulgada. Manter-se vigilante quanto à
poluição ambiental causada pelo cigarro e/ou aconselhar um
amigo ou parente tabagista a parar de fumar não significa apenas
demonstrar preocupação com a saúde do outro, mas com
a própria – e, o mais importante de tudo, com a de nossos filhos.
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